
Os resultados indicam que a falta de bolsa/apoio não se configura como um fator predominante para a evasão discente no PPGE. Observa-se que 74,3% dos respondentes assinalaram “Não sabe/Não se aplica”, enquanto apenas 12,9% classificaram esse aspecto como de impacto muito alto e 12,9% como de impacto muito baixo, evidenciando uma distribuição residual entre as respostas válidas.
Os resultados sugerem que o apoio na orientação merece atenção como um potencial fator associado à evasão. Embora 43% dos respondentes tenham indicado que esse aspecto não se aplica ou não souberam avaliá-lo, entre aqueles que manifestaram uma percepção objetiva observa-se que 43% classificaram o apoio na orientação como um fator de impacto muito alto para o desligamento, enquanto 14% atribuíram impacto médio.


Observa-se que 57% dos respondentes assinalaram “Não sabe/Não se aplica”, enquanto 43% avaliaram esse aspecto como de impacto muito alto, sem registros de avaliações intermediárias ou baixas. Esse resultado sugere que, quando presente, a percepção de incompatibilidade entre as expectativas do discente e os objetivos alcançados durante o curso pode exercer influência decisiva sobre a permanência.
Os resultados indicam que o planejamento e a organização do programa não constituem, de forma geral, um fator determinante para a evasão discente. A maioria dos respondentes (66,3%) assinalou a opção “Não sabe/Não se aplica”, enquanto as avaliações restantes ficaram igualmente distribuídas entre impacto muito alto (16,8%) e impacto baixo (16,8%).


A ampla maioria dos respondentes (86%) assinalou a opção “Não sabe/Não se aplica”, enquanto apenas 14% atribuíram impacto muito alto a esse aspecto, não havendo registros de avaliações intermediárias ou de baixo impacto.
O fato de 57% dos respondentes atribuírem à relação professor‑aluno um peso “muito alto” na decisão de evadir indica um ponto crítico de gestão acadêmica: a percepção de distanciamento, baixa orientação ou insuficiente acompanhamento pode estar afetando a permanência dos estudantes. Embora 14% considerem esse fator “baixo” e 29% não saibam ou não o apliquem.


O fato de 83% dos respondentes indicarem que esse motivo “não se aplica” ou que “não sabem” sugere que, no contexto específico do PPGE, as dificuldades financeiras ou condições materiais não figuram entre os principais vetores de abandono.
O fato de 44,4% dos respondentes atribuírem peso “muito alto” a esse motivo indica que o PPGE enfrenta um desafio que ultrapassa questões acadêmicas tradicionais. Os dados sugerem que o fortalecimento de estratégias de cuidado e suporte emocional é necessário. As demais categorias, embora fragmentadas, somam percepções de “alto”, “baixo”, “muito baixo” e “não se aplica”.


O fato de 60% dos respondentes indicarem que o item “não se aplica” ou que “não sabem” sugere que esses motivos são menos estruturados ou menos reconhecidos pelos estudantes, o que dificulta sua identificação direta como causa de evasão.
Última atualização: terça-feira, 28 de julho de 2026