Apresentação Institucional

O Observatório do Serviço Militar Voluntário Feminino no Brasil (OSMVF-Brasil) é fruto de uma pesquisa de doutorado integrado a um ecossistema acadêmico, conforme apresentado na imagem a seguir.

Ecosistema Acadêmico do OSMVF-Brasil

Fonte: Elaboração própria.


1. Grupo de Estudos do Terceiro Setor (GETS/UFPB)

O GETS constitui o ambiente primário de gestação, delineamento teórico e suporte direto às investigações que deram origem ao Observatório. Certificado institucionalmente e vinculado ao Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, o GETS consolidou-se como um centro de referência acadêmica na investigação do fenômeno do voluntariado, da gestão social, das dinâmicas participativas e da cidadania no Brasil.

Historicamente dedicado a compreender as forças propulsoras que conduzem indivíduos à doação de tempo, esforço e competências em arranjos não coercitivos, o GETS aporta a este Observatório o seu robusto ferramental conceitual sobre motivação no voluntariado. Nessa linha investigativa observou-se a necessidade de investigar a adesão feminina às FA (inédita no país) sob a ótica da livre escolha organizacional. Nesse perspectiva, para o GETS o voluntariado feminino nas Forças Armadas deixa de ser tratado apenas como um procedimento burocrático-administrativo e passa a ser investigado como uma complexa manifestação psicossocial e comportamental, articulando o altruísmo cívico, as aspirações de autoeficácia e o desenvolvimento social.

2. Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA/UFPB)

A condução doutoral que ancora o Observatório desenvolve-se no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) da Universidade Federal da Paraíba. Criado na década de 1970 e ostentando a marca histórica de 50 anos de existência ininterrupta, o PPGA figura entre os programas mais antigos, tradicionais e respeitados da Ciência da Administração no Brasil, sendo avaliado com Conceito 5 pela CAPES (nível de excelência nacional).

Ao longo de cinco décadas dedicadas à formação de mestres, doutores e lideranças intelectuais para o país, o PPGA consolidou uma sólida tradição em pesquisa de impacto e rigor metodológico. A investigação do Serviço Militar Voluntário Feminino insere-se de forma estratégica no programa em especial em sua linha voltada a Organizações, Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional, fornecendo a fundamentação necessária para o teste de modelos psicométricos avançados, validações de escalas e modelagens preditivas. O Observatório reflete diretamente a vocação cinquentenária do PPGA: transpor a reflexão teórica de fronteira para a produção de evidências empíricas capazes de qualificar a gestão pública, o planejamento estatal e as políticas institucionais brasileiras.

3. Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA/UFPB)

O suporte executivo, estrutural e institucional do Observatório sedia-se no Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UFPB. O CCSA atua como polo aglutinador do conhecimento nas áreas de Administração, Economia, Ciências Contábeis, Ciência da Informação e Gestão Pública, promovendo a integração entre a formação acadêmica e as demandas concretas da sociedade e do Estado.

4. Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

No ápice dessa arquitetura institucional situa-se a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), instituição autárquica de ensino superior de referência nacional e internacional. Reconhecida por sua relevância científica, produção tecnológica e inserção no desenvolvimento regional do Nordeste e do Brasil, a UFPB confere a chancela de rigor, autonomia acadêmica e responsabilidade ética indispensáveis a uma investigação sobre as Forças Armadas e a Defesa Nacional.

Por meio da UFPB, o Observatório firma seu compromisso incondicional com a ética em pesquisa científica (consubstanciada pela conformidade com os pareceres do Comitê de Ética em Pesquisa – CEP/UFPB e os marcos da Resolução CNS nº 510/2016) e com a soberania de dados (LGPD). A marca da universidade pública assegura à sociedade brasileira, aos comandos militares e às voluntárias participantes a garantia de um ambiente de pesquisa isento, científico e estritamente voltado ao interesse público e ao progresso da ciência.

Publicado por: Francisco Chaves Pinto

Última atualização: quarta-feira, 16 de setembro de 2026